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THE FORM OF FORM. Unidade hoteleira, Central Termoelétrica de Sines

O exercício coloca-se no "limite entre a transformação poética e a experiência política" do pensar em usos partilhados e nos espaços fronteiras, em que a escala da estratégia de intervenção assumia ser de grande porte. O contexto gerava questões de ocupação e transformação de espaços que gritavam os princípios da máxima rentabilidade e estrita funcionalidade, e como as relações e contextos poderiam superar a escala do território e do tempo através da arquitetura.

Jean Prouvé dizia que as grandes áreas são caras, mas ultrapassemos o sentido literal da palavra. As grandes infra-estruturas logísticas rompem as relações de sociabilidade da cidade na sua escala, nos seus limites, na incansável produção e ausência de tempo, construindo um ambiente artificial que somente ali existe.

A Central despir-se-á da espessura dos seus limites, assumindo-se como a forma descoberta da cidade que acolhe habitabilidades complexas e integradas, absorvendo o passado e integrando o futuro. A proposta de ocupação pressupunha uma unidade hoteleira, mas procurou-se a mutabilidade natural da intervenção para um futuro que ainda não estava certo. O hotel estava incerto.

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